A dupla que turbina a raiz: por que co-inocular a soja
Por mais de cem anos, a fixação de nitrogênio mais usada foi a simbiose entre rizóbios e a soja. Mais recentemente entraram em cena bactérias que vivem ao redor da raiz: fixam menos N, mas produzem fito-hormônios de crescimento.
Por mais de cem anos, a fixação de nitrogênio mais usada foi a simbiose entre rizóbios e a soja. Mais recentemente entraram em cena bactérias que vivem ao redor da raiz: fixam menos N, mas produzem fito-hormônios de crescimento.
Daí nasceu a co-inoculação — juntar a 'fábrica de nitrogênio' com a 'fábrica de hormônios'. O resultado é um círculo virtuoso: mais raiz, mais nódulo, mais nitrogênio. Mas há um porém: nem todo micro-organismo é compatível, e a semente vem cheia de químicos que matam a bactéria. A saída é aplicar no sulco e usar formulações de longa vida.
Biológico funciona — desde que combinação, dose e aplicação sejam respeitadas.
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