Semente pirata sai cara
Estima-se que um terço de toda a semente de soja usada no país venha do mercado informal. Parece economia — e cobra caro na colheita.
Estima-se que um terço de toda a semente de soja usada no país venha do mercado informal. Parece economia — e cobra caro na colheita.
A semente é a matéria-prima de tudo: ou ela soma pureza, vigor e sanidade, ou a safra já começa perdendo. Produzir certo custa (o tratamento industrial encarece o lote 15–20%), mas é esse custo que protege o que vem depois dela. A pirata não: chega com daninha, patógeno, baixa germinação e nematoide no torrão — e ainda quebra o ciclo que financia as cultivares de amanhã.
A linha é simples: guardar semente pra uso próprio é legal; vender é pirataria — e crime, pelas leis 9.456/97 e 10.711/03.
Certificada não é a opção cara. É a única que protege a lavoura inteira.
Você confia na origem da sua semente?
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